quarta-feira, 13 de maio de 2009

Vira o disco & toca o mesmo...

Em evento prandial recente para o qual foram invitados os habituais videirinhos, o novel presidente da associação nacional da distribuição organizada voltou, a fazer 'fé' na qualidade da transcrição do copy-paste, a repetir a estafada lenga-lenga temática: horários, mnsrm, a petição das 250 mil assinaturas, as taxas dos cartões, os combustíveis, o leite (recomenda-se leitura de post anterior), as marcas próprias... enfim, mais do mesmo de sempre ou nada de novo para os tempos que correm, o que não deixa de ser preocupante.
Sobre assuntos que realmente importam nestes tempos de verdadeira mudança de paradigma como a ética, a responsabilidade social, a confiança dos consumidores, a verdadeira proposta de valor e a vontade da associação em contribuir para a nova ordem social que está a emergir [uma vez mais se repete: a fazer (escassa) fé no que surge transcrito], nem uma ideia, uma palavra.
A associação, pelos vistos e pelo que assume, não faz parte da solução. Faz parte do problema. E é pena. Almoço requentado, portanto...

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